Araceli Cabrera: mais um nome que acomete cegueira até hoje nos olhos da justiça

Imagem: Arquivo/A Gazeta
O CREAS – Centro de referência especializado da Assistência Social, com os respectivos profissionais: Psicólogos, Assistentes Sociais, Orientadores Sociais, Coordenação e demais envolvidos trazem um espetáculo teatral feito pela Associação Oxente baseado na vida real de Araceli, realizando palestras sobre a temática e mobilizando escolas para uma caminhada que acontecerá no dia 18 de maio, pelas ruas de Euclides da Cunha, em combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.
 
Araceli Cabrera Sánchez Crespo, uma criança, foi abusada sexualmente e assassinada aos oito anos de idade, e os responsáveis pela sua morte, Paulo Helai e Dante Michelini, jamais foram condenados. A trama se passou em Vitória do Espirito Santo. Seu corpo foi encontrado seis dias depois da sua morte, transfigurado, após os criminosos jogarem ácido para que a identificação do cadáver fosse dificultada.
 
Araceli, nasceu em dois de julho de 1964 e teve sua vida ceifada em dezoito de maio de 1973. Desde então, o dia em que o sorriso de Araceli se fez silêncio, o Congresso Nacional instituiu que essa data fosse o marco da luta contra o abuso e exploração sexual infanto-juvenil.  
 
Segundo sensos realizados na cidade de Euclides da Cunha, a taxa de violência sexual com menores é absurda, o índice de casos é demasiado; se faz necessário que todos abracem essa causa e cuidem das nossas crianças, as ações exigem apoio de todos.
 
No dia 18 de maio, junte-se à caminhada #SomosTodosAraceli. 
 

Publicado em: http://www.euclidesdacunha.comnews/print/id/2410